quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Seremos a vossa voz, portadores das vossas questões

Ola amigos Trandeirenses,

Pretendemos lançar o repto a todos os trandeirenses que, durante o próximo mandato autárquico, visitem este espaço para utilizarem os membros da Assembleia de Freguesia da Coligação "Juntos por Braga" como portadores das questões que queiram dirigir ao Presidente da Junta de Freguesia e aos demais membros da maioria socialista na Assembleia

Desta forma, poderão usar a caixa de comentários ou o e-mail freguesia.trandeiras@gmail.com para pedir os esclarecimentos que entendam pertinentes, que nós iremos materializar em questões colocadas a cada nova reunião da Assembleia de Freguesia.

As respostas serão também divulgadas na Caixa de Comentários ou, se se justificar, em posts autónomos.

Aproveito também para apelar a todos que não deixem de participar, presencialmente, nas reuniões públicas da Junta de Freguesia e nas reuniões da Assembleia de Freguesia.


Juntos por Trandeiras.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Considerações sobre a Carta Anónima (que não o foi)

Ola amigos Trandeirenses,

Fomos brilhante e deslumbrantemente surpreendidos, na primeira reunião da nova Assembleia de Freguesia, com a apresentação de uma suposta carta anónima, que seria divulgada publicamente no decorrer da campanha eleitoral das últimas Autárquicas, não fossem os esforços e a pronta e eficaz intervenção, do actual Presidente da Junta. As consequências de tal situação seriam catastróficas para algumas associações da freguesia, com o aparecimento de cisões e problemas internos graves no seio dessas associações, tendo sido referidas, em especial duas, pelo supracitado presidente – os escuteiros e o clube desportivo. Confesso que não partilho desta opinião, mas deve ser por ser inexperiente nestes assuntos.

Em primeiro lugar, gostaria de iniciar as considerações sobre este assunto, referindo-me ao momento, oportunidade e modo de abordagem desta matéria. Como já foi narrado, a apresentação desta carta seguiu-se imediatamente a um discurso de união e apelo ao trabalho conjunto, pelo bem da freguesia, e em simultâneo com um auto-elogio do presidente à sua capacidade de intervenção e empenho em zelar pelo nobre e prioritário bem-estar dos habitantes e agremiações da freguesia. Sinceramente, não compreendo esta necessidade de vanglória e exaltação, naquele momento específico. Mas como disse, tal deve-se, sem dúvidas, à minha inexperiência. É importante, contudo, compreendemos o porquê de tal intervenção. Quais eram as intenções do presidente com esta apresentação? Qual o alcance deste acto? Estaria ele também a subscrever o texto? Ou estaria, ao invés, a condenar os seus conteúdos e a mostrar desagrado com a possível difusão de tal escrito? Tal não ficou claro, porque não houve tempo para mais explicações ou troca de ideias. E cá está outra questão que me parece, no mínimo, anti-democrática. Não bastava a inqualificável apresentação de uma carta anónima à Assembleia, como se esta fosse apanágio da verdade e virtude, mas não houve sequer oportunidade para os membros desse órgão poderem discutir ideias sobre a mesma, nem analisarem o seu conteúdo, numa atitude despótica.

Em seguida, e olhando à primeira vista para o texto, sobressai dele a ausência de um autor, bem como a sua má redacção. «− Ora bem, eu tenho aqui um texto que nem sei quem o escreveu. O que é que vou fazer com ele? Pois claro, vou levá-lo à Assembleia de Freguesia e apresentá-lo!» É inconcebível, trazer à discussão um texto anónimo para um órgão tão respeitável como é (ou deveria ser) a Assembleia de Freguesia. Sobre textos anónimos não me quero alongar muito, mas creio ser importante referenciar a cobardia de tal acto, que revela a mesquinhez e desonestidade de quem o perpetrou. Quem produz um acto anónimo é alguém que gosta de agredir à traição e revela, clara e nitidamente, mau carácter.

Esmiuçando, agora, com mais cuidado, os conteúdos de tal texto, fico sem perceber bem quais eram, igualmente, os seus objectivos, uma vez que não fica claro quem são os visados pelas acusações, nem os propósitos de tal escrito, para além de conter um rol de inverdades, que atesta, uma vez mais, o mau carácter e a má fé de quem o redigiu. Chamo só a atenção para um pormenor: − trazendo agora a lume este episódio, não poderá ele, agora sim, despoletar um ambiente de crispação e dissidência entre os membros da Associação referida no texto? Porque me parece, claramente, que quem o escreveu é alguém ligado a esse movimento, quer pelo contexto em que está escrito, quer pela própria informação nele contido? O anonimato tem destas coisas, permite a especulação e a dúvida!

O texto começa com uma afirmação completamente verdadeira, que absolutamente subscrevo na íntegra: “Caros eleitores todos devem estar com atenção aos programas apresentados pelos candidatos para a Junta e Assembleia da nossa Freguesia, ouvir, ler e ver a verdade de cada programa apresentado”. Sem dúvida verdade! O que me parece é que quem escreveu esta frase não segui, certamente, o seu próprio conselho, como terei oportunidade de demonstrar à frente e porque claramente, olhando para os projectos apresentados, restariam poucas dúvidas em relação à qualidade dos mesmos.

De seguida segue-se uma frase genérica que cita não se sabe quem: “Dizer que a Junta de Freguesia não tem feito nada pelos movimentos da freguesia”. Que significado tem esta frase? Alguém disse? Quem disse, ou diz? Por certo não teria sido ninguém da lista concorrente pelo PS e, asseguro imperativamente, que ninguém da lista Juntos por Braga sequer tenha pensado tal coisa, quanto mais dito em campanha.

E depois vem a frase mais enigmática do texto: “Quem? Tem feito e prestado apoio aos movimentos?”. Quase que consigo sentir em mim o peso poético-filosófico da questão “Quem?”. Afinal quem? Nota-se a preocupação e urgência na busca do autor pela figura, quiçá mitológica, do ser no qual ele centra a sua escrita. E depois a questão seguinte. Linda e extasiante, a ligação inspiradora e sublime da questão da identidade com a busca do saber se tem ou não prestado apoio aos movimentos. Ou então não é nada disto e deixei-me, novamente, levar pela minha inexperiência e o primeiro ponto de interrogação é um erro de escrita e deveria ler-se: “Quem tem feito e prestado apoio aos movimentos?” Bem, sem dúvida que a Junta de Freguesia, os pais, os cidadãos anónimos, a própria Igreja, a comunidade… Todos estes e outros têm prestado apoio aos vários movimentos.

Segue-se depois um rol de questões retóricas, com várias confusões pelo meio e algumas inverdades. No geral, todas estas questões levam o leitor mais desatento a emocionar-se e sentir-se quase comovido como rol de acções de apoio referidos, sentindo-se até como que balançado a prostrar-se diante da entidade que presta os apoios e agradecer humilde e encarecidamente os favores que lhe estão a ser concedidos. Contudo, um olhar mais afastado e racional, detecta que as questões referidas nos apoios não são mais do que mera competência de qualquer Junta de Freguesia, de qualquer ponto do país. Diz a alínea l), do ponto 6, do artigo 34º, da Lei n.º 169/99, de 18 de Setembro, no âmbito das Competências da Junta de Freguesia: “Apoiar ou comparticipar, pelos meios adequados, no apoio a actividades de interesse da freguesia, de natureza social, cultural, educativa, desportiva, recreativa ou outra;”. Desta forma, é natural que a Junta de Freguesia preste apoio às associações existentes na freguesia, não estando a prestar qualquer favor especial a estas entidades ao fazê-lo.

Mas esmiucemos um pouco mais as questões presentes no texto. “Os Escuteiros estão a ocupar um edifício, a quem pertence? Quem paga a água? Quem paga a luz?” Os Escuteiros estão de facto a ocupar três salas do edifício da Junta de Freguesia, autorizados por essa entidade. A luz e a água são pagas, ao que sei, pela Junta de Freguesia. Cá está uma questão interessante: Existe algum protocolo assinado entre as duas instituições que regulamente o uso das instalações e os direitos e deveres de cada um? A resposta é um rotundo NÃO! Mas deveria haver? Deveria! E isto para salvaguardar os interesses de ambas as partes e evitar que questões como estas fossem colocadas no futuro para fins pouco claros.

A quem pertence a carrinha que os escuteiros utilizam?” Creio falar-se aqui da carrinha propriedade da Junta de Freguesia que se diz estar ao serviço da comunidade. Portanto, preenchendo todos os requisitos necessários, não vejo o interesse de levantar esta questão. A carrinha pode ser utilizada por qualquer organismo da freguesia, desde que seguidos os procedimentos regulamentares, é para isso que ela existe.

Vem depois um conjunto de questões relacionadas com uma actividade específica realizada em 2003 pelos escuteiros. “Quem deu o apoio e pagou todo o material utilizado para a construção do parque infantil e das tintas para o mural? Está esquecido o RoverWay 2003? Quem pagou as portas de ferro do barracão? Quem pagou e colocou a rede que está colocada na vedação do parque? Quem pagou toda a mão-de-obra da colocação do piso novo e colocação de dois novos aparelhos para as crianças?” Em 27 de Maio de 2002 foi assinado um protocolo entre o Agrupamento de Escuteiros e a Junta de Freguesia, no qual o órgão autárquico se comprometia a concretizar a referida obra, ou seja, a custear os equipamentos do parque infantil. Tudo perfeitamente legal, protocolado e dentro dos parâmetros normais de colaboração entre duas entidades. O piso novo, bem como a substituição de dois equipamentos, foram da iniciativa da Junta de Freguesia, que esteve muito bem nesse aspecto, mas que em nada envolveu o Agrupamento de Escuteiros. Todo este projecto, do qual saiu beneficiada, claramente, a freguesia é um exemplo de boa colaboração entre as entidades, embora se deva referir, clara e inequivocamente, que a iniciativa de construir ali um parque infantil (o único até hoje para uso público na freguesia) partiu do Agrupamento de Escuteiros e não da Junta de Freguesia.

Aparecem de seguida algumas questões relacionadas com uma actividade mais recente, que envolveu escuteiros e não escuteiros, falo da recuperação da torre na Poça da Bácora. “Quem pagou e prestou apoio na recuperação da torre e jardim dos escuteiros na Poça da Bácora? A pintura da imagem e colocação?” Quem pagou a recuperação? O Agrupamento investiu na recuperação da torre cerca de 80 euros. Isto é um facto. Desconheço se a Junta custeou alguma coisa. A madeira foi oferecida por um amigo do Agrupamento. A mão-de-obra foi prestada por colaboradores, escuteiros e não escuteiros. A Junta de Freguesia ajudou? Naturalmente que sim. Mas não na medida em que as questões retóricas deixam transparecer.

No final desta série de questões retóricas, o autor deste texto indigna-se porque existe alguém e mais do que um pelos vistos, que não são explicitados nesta missiva, que falam que a Junta de Freguesia deveria dar um subsídio aos escuteiros. Mais uma vez se nota a utilização de uma expressão genérica atribuída não se sabe a quem. Devo dizer que é sem dúvida um estilo literário mordaz e incisivo, que coloca o leitor a tentar adivinhar de quem se trata. Eu, como sou muito inexperiente, não consigo adivinhar. Será que o artista queria fazer alguma alusão à lista Juntos por Braga? O que posso e devo dizer é que ninguém da lista Juntos por Braga reivindicou tal questão. Aliás, aqui está a prova de que o autor deste texto não seguiu o conselho por ele apresentado no início desta epistola e não leu devidamente o programa apresentado por esta lista, onde não consta nenhuma solicitação nesse sentido.

De seguida, assistimos a uma parte mais sentimental desta carta, onde o autor se torna mais intimista e se aproxima dos seus leitores. Quase que o sentimos aproximar-se de nós e gentilmente sussurrar palavras doces de elogio ao elenco da Junta de Freguesia e da própria Assembleia, conferindo um tom de experiência pessoal quando refere: “…sempre nos atendeu e colaborou como presidente e amigo”. Chamo especial atenção para a forte ligação emocional revelada nesta pequena e singela frase, que parcialmente descobre um pouco da vida deste brilhante autor e nos faz querer que existe até uma relação de especial amizade entre os protagonistas. Confesso que tive de parar de ler a carta neste ponto, para limpar um cisco que se havia infiltrado no meu olho direito. Ou terá sido o esquerdo? Não importa, adiante.

Por fim, no epílogo desta composição poética, vem um conselho e um pedido especial aos membros das listas. O conselho para vermos e ouvirmos as palavras dos candidatos e dos seus programas. É um reforço do conselho inicial que revela a importância que esta questão dos programas assume para o autor – identificar o melhor programa, aquele que apresenta mais qualidade e mais inovação. É uma questão crucial, como se veio a revelar! E depois o pedido: “…não se preocupem com os movimentos, não coloquem os escuteiros e a igreja em política…”. Cá está a traição de judas! O autor que se revelara amigo próximo, acaba a fazer uma crítica à lista do PS. Quer-se dizer, segundo o que eu interpreto, mas eu sou muito inexperiente. Mas só pode ser uma crítica directa a quem utiliza o lugar e a designação de “Chefe do Agrupamento de Escuteiros” para se referir a um seu elemento, no manifesto eleitoral; a quem faz questão de salientar a ligação ao grupo coral e comissão fabriqueira da Igreja dos seus elementos; a quem utiliza fotografias do padre e da recuperação da residência paroquial na sua declaração eleitoral. Porque, por certo, não era para os elementos da lista Juntos por Braga, que o autor falava, pois ao longo de toda a campanha a única preocupação desta lista foi desenvolver um projecto de qualidade, exequível e inovador e tratar de o promover, sem qualquer referência ou aproximação a qualquer grupo, entidade ou organismo.

Mas como referi no princípio, este é um texto enigmático e de difícil compreensão, pelo menos eu assumo que não tenho capacidade para atingir e perceber o alcance das palavras contidas nesta carta. E não consigo, igualmente, depreender qual foi o objectivo de apresentação desta missiva na Assembleia de Freguesia. Mas eu assumo, sou inexperiente e percebo pouco destas coisas.

Texto escrito por: Ricardo Lopes.
Subscrito por: Orlando Jorge Silva, António Miguel Ferreira, Nuno Viriato Carvalho e Rui Silva.



Juntos por Trandeiras.

sábado, 24 de outubro de 2009

Aí está: a falada Carta Anónima (que não chegou a sê-lo)

Ola amigos Trandeirenses,

Como foi referido no post anterior, mesmo no final da primeira Assembleia (relâmpago) de Freguesia, foi distribuída, entre todos os presentes, uma cópia de um texto anónimo que supostamente, fazendo fé nas palavras do Sr. José Cunha, teria sido difundido publicamente durante a campanha eleitoral e iria provocar cisões em algumas associações da freguesia. Contudo, graças à pronta e eficaz intervenção deste protagonista, tal foi evitado, mercê da sua brilhante capacidade de gestão de conflitos e moderação.

O texto mencionado é o que apresentamos de seguida:


(Clica na imagem para veres maior)


Em breve, teceremos algumas considerações aos conteúdos referidos neste texto. Para já ficam apenas algumas notas que julgamos oportunas.
1) Qual o objectivo desta atitude do actual Presidente da Junta ao apresentar esta carta anónima na primeira Assembleia de Freguesia? Qual o alcance de tal acto? E porque não concedeu a oportunidade aos presentes para comentar ou discutir os conteúdos e o acto em si?
2) Não ficou claro se o Sr. José Cunha subscrevia os conteúdos do texto. Mas é inconcebível a apresentação de uma carta anónima! Quem escreveu o texto? Com que objectivos? Quem se esconde no anonimato ou é cobarde ou é mal intencionado.

Juntos por Trandeiras.

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Nova Assembleia e Junta de Freguesia já instalada

Ola amigos Trandeirenses,

Realizou-se hoje, às 21h, a instalação da nova Assembleia e Junta de Freguesia.
Uma cerimónia curta e apressada, que reconduziu na presidência da Junta de Freguesia o Sr. José Cunha.

Pelas 21h e na presença de todos os membros eleitos nas últimas eleições e de alguns cidadãos que marcaram presença neste momento, iniciou-se a cerimónia de instalação dos Órgãos Eleitos. O presidente da assembleia cessante convidou o Sr. José Cunha para conduzir os trabalhos e foram empossados os sete cidadãos mais votados - 5 pela lista do PS e 2 pela coligação Juntos por Braga - na Assembleia de Freguesia. De seguida, foi lida a acta respeitante a esse acto, que foi subscrita por todos. Nesta altura, o membro da Assembleia, Rui Marques da lista Juntos por Trandeiras, apresentou a sua carta de renuncia ao mandato para o qual foi eleito, tendo sido substituído pelo elemento imediatamente a seguir na lista, Ricardo Lopes.

De seguida, realizou-se a primeira reunião da Assembleia de Freguesia, tendo os trabalhos sido conduzidos apressadamente, dada a urgência de alguns elementos em terminar o acto. Desta forma, a assembleia prosseguiu com a indicação de que o Sr. José Cunha seria o Presidente da Junta de Freguesia, o qual revelou dois nomes, que de seguida apresentou a votação, para o acompanharem no órgão executivo, como vogais da Junta de Freguesia. Da votação resultou unanimidade na decisão e foi assim constituído o elenco da Junta de Freguesia. De seguida, estes elementos foram substituídos na assembleia pelos três elementos imediatamente a seguir na lista do PS e procedeu-se à eleição da Mesa da Assembleia. Mais uma vez, o Sr. José Cunha propôs três nomes para ocupar os lugares de Presidente, 1.º Secretário e 2.º Secretário da Mesa de Assembleia, que de seguida colocou à votação, tendo sido eleitos por unanimidade.

A Assembleia terminou logo a seguir, não sem antes, no entanto, o Sr. José Cunha ter usado da palavra para apelar à união em prol da freguesia, para que se deixasse as politiquices à porta das assembleias, "que a partir de agora existe apenas um partido que é Trandeiras", para depois abordar, de forma contrária ao que havia ainda há instantes referido, a campanha eleitoral, vangloriando-se que ele segurou e evitou que houvesse divisões em várias associações da freguesia, nomeadamente nos escuteiros e no grupo desportivo, porque se abordaram assuntos indevidos no decorrer da campanha. Simultaneamente, entregou a todos os presentes um fotocópia de um texto - não subscrito - que segundo ele teria sido difundido publicamente se não houvesse intervenção sua (brevemente, publicaremos a referida carta e teceremos considerações sobre a mesma).

Em jeito de rodapé, quatro notas finais:
1) A primeira para deixar uma palavra de agradecimento e reconhecimento ao Rui Marques, pela sua dedicação e empenho nestes oito anos como membro da Assembleia de Freguesia. Merece todo o nosso respeito e admiração pela devoção e sacrifício com que se dedicou a esta causa.
2) A segunda nota, para o desprezo e desconsideração dados ao acto de instalação dos Órgãos Eleitos, em virtude de se tratar tudo com leviandade e sempre com pressa, procurando arrumar a questão sem o respeito que este acto merece.
3) A terceira nota para o atropelo dado à legislação, com a eleição dos vogais da junta e dos membros da mesa da assembleia, onde se viu algum autoritarismo, com uma quase nomeação de elementos em vez de sufrágio secreto como está estipulado na lei.
4) Por último, nota para a estranha forma de abordar o assunto da campanha eleitoral nesta assembleia, com a entrega de uma carta anónima, mal redigida e carregada de inverdades, e com falta de espírito democrático, sem dar o direito de resposta ou oportunidade para contra-argumentar.

Juntos por Trandeiras.

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

23 de Outubro - Instalação dos Órgãos Eleitos

Ola amigos Trandeirenses,

Na próxima sexta-feira, dia 23 de Outubro, pelas 21h, na sede da Junta de Freguesia, vai realizar-se a Instalação dos Órgãos Eleitos no passado dia 11 de Outubro.

O presidente da assembleia de freguesia cessante ou, na sua falta, o cidadão melhor posicionado na lista vencedora, de entre os presentes, procede à instalação da nova assembleia.

A primeira reunião da Assembleia de Freguesia realiza-se imediatamente a seguir à Instalação do novo Órgão. Até que seja eleito o presidente da assembleia compete ao cidadão que tiver encabeçado a lista mais votada presidir à primeira reunião de funcionamento da Assembleia de Freguesia, para efeitos de eleição, por escrutínio secreto, dos vogais da Junta de Freguesia, bem como do presidente e secretários da mesa da Assembleia de Freguesia.

Uma vez que as sessões dos órgãos deliberativos das autarquias locais são públicas, estendo o convite a que dia 23 de Outubro, compareçam na sede da Junta de Freguesia para este importante momento, quanto mais não seja para desejar um bom trabalho aos novos(?) elementos dos órgãos autárquicos da freguesia. A tua presença é possível, útil e importante.

Juntos por Trandeiras.

sábado, 17 de outubro de 2009

Instalação dos Órgãos Eleitos

Ola amigos Trandeirenses,

Estará para breve o anuncio da data para a instalação dos Órgãos eleitos no último dia 11 de Outubro.
Compete ao presidente do órgão deliberativo cessante ou ao cidadão melhor posicionado na lista vencedora proceder à convocação dos candidatos eleitos, para o acto de instalação do órgão, nos cinco dias subsequentes ao apuramento definitivo dos resultados eleitorais.
Como os resultados eleitorais definitivos, foram apurados até à passada quinta-feira, uma vez que a Assembleia de Apuramento Geral reúne-se no 2.º dia seguinte ao da realização da eleição e os resultados do apuramento geral são proclamados até ao 4.º dia posterior ao da votação, deverão ser convocados os elementos eleitos de ambas as listas para a instalação da Assembleia de Freguesia durante a próxima semana.

A instalação do órgão é feita até ao 20.º dia posterior ao apuramento definitivo dos resultados eleitorais. Portanto, a instalação da nova Assembleia de Freguesia deverá ser efectuada até ao próximo dia 4 de Novembro.

Estejam, assim, atentos a este espaço. Será anunciada a data da instalação da Assembleia de Freguesia, assim que o mesmo for comunicado, segundo a lei, aos cidadãos eleitos para o referido órgão. Este será um momento importante pois trata-se da ocasião da tomada de posse dos órgãos - deliberativo e executivo - que farão a gestão dos destinos da nossa freguesia.

Juntos por Trandeiras.

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Reflexão sobre o período eleitoral Autárquico em Braga

Ola amigos Trandeirenses,

Recebemos um pedido de publicação de um texto, por parte de um cidadão, habitante em Trandeiras, que passamos a expor na integra. Trata-se de uma reflexão sobre o período eleitoral vivido, em especial, na nossa cidade e na nossa freguesia.

Na ressaca deste intenso período eleitoral vivido na minha estimada freguesia e cidade, aproveito este espaço para expressar e partilhar a minha reflexão sobre o mesmo.

Em primeiro lugar, transmitir os meus parabéns à lista do PS pela expressiva vitória no último Domingo. Tal como foi por eles pedido aos eleitores, de forma abusiva e ilegal em nome da Junta e da Assembleia de Freguesia, foi-lhes concedido um prémio por mais 4 anos de gestão, onde continuaram a deslumbrar os seus cidadãos com uma política exemplar, no rigor, na transparência e na sustentabilidade da gestão autárquica; apresentando uma mão-cheia de inestimáveis e profícuas iniciativas; inúmeras e originais actividades, com especial relevo para as de cariz cultural, educacional e social, que muito enobreceram a nossa freguesia e as nossas gentes; e obras que, de tão resolutas, eficientes e relevantes, proporcionaram aos habitantes desta freguesia uma qualidade de vida invejável. Tudo isto propagou a muitos dos habitantes a sensação de que, pouco ou nada mais poderia ter sido feito. Era, portanto, de esperar uma vitória da lista recandidata como a que aconteceu.

Contudo, devo admitir que eu não a esperava! Não estou com isto a dizer que tal vitória não seja justa ou lícita, apenas não a esperava! Talvez porque os meus olhos, por serem tão jovens, são necessariamente ingénuos e inexperientes, e não estão acostumados a ver a razão e a equidade das coisas!

Mas devo dizer que, acima de tudo, fiquei agradável e positivamente arrebatado e aturdido por ter tido a oportunidade de poder presenciar um exemplo vivo de convicção e determinação inabaláveis dos habitantes de Trandeiras e de Braga. Casos destes, apesar da evolução da democracia e educação em Portugal, são cada vez mais frequentes e, por isso, dignos de registo e louvor e perfeitos exemplos da enorme cultura democrática existente.

Pelo menos para mim, acho que é de distinguir e exaltar a firmeza de decisão e confiança de algumas pessoas que, independentemente do que acontece à sua volta ou lhes é proposto, dizem com inusitado orgulho: − “eu voto pela pessoa!”. Realmente, para quê perder-se tempo a reflectir sobre o que tem sido feito, ou sobre o que se pode fazer mais e melhor? Para quê analisar cuidadosamente os programas, as propostas e as ideias que são apresentadas? Para quê discutir e debater propostas e soluções alternativas, se com vanglória e simplismo “votam pela pessoa”? Como se fosse uma pessoa e não uma equipa a propor-se executar um projecto, como se fosse uma pessoa e não um projecto ou programa a ser o determinante das acções futuras.

Mas é igualmente necessário destacar e decantar duas outras características e qualidades apensas, que sobressaem desta descomunal e primorosa cultura democrática tão própria dos portugueses. Falo naturalmente da compaixão e do sentimento de recompensar! A eleição política não é, como muitos de nós erradamente considerávamos, o acto de eleger um grupo de pessoas que se propõe realizar um conjunto de acções, contidas num projecto, para dirigir e orientar os destinos de uma localidade, região ou país. Nada disso! O acto eleitoral é, precisamente, o momento exacto para recompensar aqueles que dedicaram vidas inteiras ao serviço do povo! É premiar todos os que estiveram uma vida inteira agarrados ao poder! É por isso que ouvimos várias vezes, ao longo destas últimas semanas, por esta cidade de Braga afora, à falta de melhores argumentos, muitos dizerem com terna misericórdia: − “São só mais quatro anos! É um prémio pelo esforço e dedicação!”. E é aqui, precisamente nestes momentos, que eu vejo como sou ignorante e inculto, no que a política e democracia diz respeito. Podíamos, desde já, ter um conjunto de acções e medidas que me proporcionariam a oportunidade de melhorar qualitativamente a minha região e, consequentemente, a minha própria vida, mas prefiro adiar tudo isto, pelo menos, mais quatro anos, para poder premiar e exaltar, quem trabalhou já muito tempo nesse âmbito e encontra-se cansado, desgastado e sem capacidade de iniciativa e, para além disso, não me oferece um projecto tão aliciante e inovador.

Pois bem, é verdade! Serão mais quatro anos, para os quais eu desejo, desde já, um bom, empenhado e eficiente trabalho, aos membros que fazem parte da MINHA Junta de Freguesia e Câmara Municipal, onde espero que possam continuar o seu desempenho, no melhoramento da qualidade de vida de TODOS os seus habitantes.

Termino, convidando TODOS os habitantes de Trandeiras a participarem com regularidade e activamente, ao longo dos próximos quatro anos, nas Assembleias de Freguesia, para poderem, também, contribuir de forma directa e efectiva para o desenvolvimento da sua terra e o seu bem-estar, uma vez que a cidadania não se esgota com o voto na urna.

Sei que até hoje pouco ou nada foi feito para estimular, ou sequer alertar, a população para a participação nas referidas Assembleias. Esta questão poderia ser facilmente ultrapassada com a divulgação e publicitação das Assembleias, através por exemplo, de um aviso na Igreja/Boletim Paroquial, ou através do boletim da própria Junta de Freguesia, se tal houvesse. Não me perguntem porque nunca houve o trabalho e o interesse de incitar as pessoas a participar nas Assembleias, mas compreendo perfeitamente a aversão a fazê-lo na Igreja. Trata-se, seguramente e segundo palavras dos próprios, de uma questão de não misturar a politica com a religião. É que realmente, vendo bem as coisas, uma Junta de Freguesia que faz questão de se representar no Compasso Pascal, que não tem qualquer tipo de pudor em utilizar fotos do Padre e da recuperação da Residência Paroquial na campanha eleitoral, que faz questão de salientar a ligação dos seus elementos a grupos corais e grupos católicos, seguramente consideraria que, fazer um aviso da realização da Assembleia de Freguesia na Igreja ou no Boletim Paroquial, era um claro abuso e uma mistura e conflito de interesses!

Texto de: Orlando Jorge Silva.
Subscrito por: António Miguel Ferreira, Ricardo Lopes e Rui Silva.



Juntos por Trandeiras.

Novo rosto, nova luta - a mesma atitude!

Ola amigos Trandeirenses,

Como devem ter reparado, este blog está agora diferente, com um novo"rosto".
Isto porque queremos mudar a página que foi a campanha eleitoral até às eleições do último Domingo. Queremos, desta forma, marcar o inicio de uma nova luta. Uma nova luta que se vai caracterizar pela mesma atitude que marcou a nossa campanha e marca a nossa forma de estar na vida e, consequentemente, na política! Uma atitude que se distingue por ser séria, diligente, correcta, ética, transparente, leal, rigorosa.

Nós não vamos embora. Não vamos desaparecer. Estaremos sempre presente. Atentos. Empenhados. Vigilantes. Activos.

Este espaço vai também perpetuar-se e será um local de divulgação de iniciativas, de acções, de noticias sobre a freguesia e sobre o que nela acontece. Adiciona-o aos teus favoritos para o teres sempre à mão e poderes ficar a saber tudo sobre Trandeiras.

Juntos por Trandeiras.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Câmara Municipal - O nosso Salazar!

Ola amigos Trandeirenses,

Como sabem, também para a Câmara Municipal, a força da mudança foi travada. A diferença voltou a diminuir - cifrou-se nos 2664 votos - mas Mesquita Machado foi reconduzido.

Devo dizer-vos que estes resultados me deixam triste, porque claramente Braga vai, novamente, perder mais quatro anos, vai atrasar-se rumo ao progresso mais quatro anos. E, em especial, sinto que Braga começa cada vez mais a parecer-se com Oeiras ou Gondomar...

E, quanto às pessoas que se propunham dirigir os destinos da nossa cidade, aqui fica um vídeo relativo ao "Short-Quiz" feito pelo programa "Nós por Cá" da SIC, porque o mesma ilustra bem a diferença entre as duas candidaturas, nestas como em centenas de outras questões que poderiam ser colocadas




E ainda há gente que fala de experiência acumulada por anos no poder! Isso não é sinónimo de competência ou conhecimento das questões sobre o concelho que se pretende governar ou sobre os seus habitantes.

Juntos por Trandeiras.

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

Resultados eleitorais - Assembleia de Freguesia

Ola amigos Trandeirenses,

Os resultados apurados esta noite, após o fecho das urnas, foram os seguintes:



Os resultados são sensivelmente similares aos das últimas eleições autárquicas.
Uma palavra de cumprimento para a lista vencedora, que irá liderar os destinos da freguesia por mais quatro anos.
E uma palavra, também, para todos os que confiaram nesta equipa e neste projecto e nos deram a responsabilidade de os representar na Assembleia de Freguesia no próximo mandato. Tudo faremos para não defraudar as suas expectativas e queremos dizer-lhes, claramente, que isto é apenas o início de uma caminhada de trabalho. Estaremos empenhados em acompanhar de perto a evolução da nossa freguesia nos próximos quatro anos.

Por fim, uma palavra a todos quantos se empenharam nesta campanha e para ela contribuíram com o seu trabalho e ideias. Fizemos, como planeado, uma campanha limpa, pela positiva, limitando-nos a apresentar as nossas ideias e o nosso projecto. Estamos agora, mais do que nunca, empenhados em continuar a desenvolver as nossas ideias e a contribuir para o crescimento de Trandeiras.

Juntos por Trandeiras.