sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Apreciação do Plano de Actividades para 2011

Ola amigos Trandeirenses,


O Plano de Actividades para 2011 apresentado pela Junta de Freguesia e aprovado na última Assembleia de Freguesia é o seguinte: (1 singela página)
Aqui fica a apreciação feita pelos elementos, eleitos por esta coligação, na Assembleia de Freguesia, a respeito do Plano de Actividades:

Depois de cuidada análise e discussão do texto e propostas apresentadas, a respeito do Plano de Actividades para o ano de 2011 em Trandeiras, não podemos deixar de lamentar a falta de rigor e a inércia, a incapacidade para definir prioridades para a Freguesia, a ausência de dinamismo, criatividade e inovação e o recurso evidente, em termos de métodos de trabalho, ao improviso e à lei do menor esforço.
O maior exemplo e prova da inoperância e inércia deste executivo é revelado pelo Plano de Actividades para o Ano de 2011, que não é mais do que uma simples cópia do Plano de Actividades para o Ano de 2010, ponto por ponto, virgula por virgula, apresentado a esta Assembleia à um ano atrás. Ou seja, aos olhos deste executivo, nada mudou, nada é preciso reformular, não são precisas novas metas, novos projectos.
O texto introdutório do Plano continua vago, impreciso, geral. Não vemos apresentadas as prioridades para a freguesia, não vimos expostas as ideias, não vemos rumos e metas traçadas. Fala-se em “desenvolvimento da Freguesia em todos os sectores”, mas de que maneira? Quais os sectores prioritários? Qual o plano de acção para cada um deles? Quais as actividades concretas para cada sector, especificamente?
E depois fala-se que há sectores que merecem uma “atenção mais cuidada e mais esforço”, parecendo até uma procura para traçar prioridades, mas quais são esses sectores? De que forma se vai cuidar mais, de que forma se vai despender mais esforço? Mas, contudo, facilmente fica evidenciado que este executivo não tem prioridades, precisamente porque vai tentar “o desenvolvimento de todos” os sectores.
As acções concretas, e concretas surge aqui como uma força de expressão, aparecem de seguida reunidas em onze pontos, precisa e textualmente iguais às onze acções propostas no Plano de 2010. E uma leitura rápida facilmente evidencia que de acções concretas não se encontra nada, tudo muito vago, muito genérico. Não há novas propostas, não há novas acções a desenvolver, não se encontra dinâmica e inovação.
Tudo o que revelamos, no que foi afirmado acima, é prova viva que este executivo trabalha na base do menor esforço e revela uma falta de iniciativa gritante e uma ausência de estratégias e planos a médio e longo prazo para a freguesia, bem patentes na pobreza do Plano de Actividades apresentado, sem nada de novo, sem marcar prioridades e limitando-se ao improviso.

Juntos por Trandeiras.

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