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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Novo mapa administrativo de Braga

Ola amigos Trandeirenses,

Foi anunciado no passado dia 7 de Novembro a Proposta Concreta de Reorganização Administrativa do Território para o município de Braga, apresentado pela Unidade Técnica para a Reorganização Administrativa do Território.
Como resultado da agregação de freguesias, o município de Braga passará, das actuais 62 freguesias, para 37 freguesias.



Eis o resumo do que se poderá passar em Braga:

Freguesias do casco urbano:

  • S. Victor = 32.000 habitantes   MANTÉM-SE
  • S. Vicente = 14.000 habitantes   MANTÉM-SE
  • S. Lázaro e S. João do Souto = 14.300 habitantes
  • Cividade, Sé e Maximinos = 14.500 habitantes

Freguesias do anel urbano:

  • Gualtar = 5.300 habitantes    MANTÉM-SE
  • Palmeira = 5.500 habitantes   MANTÉM-SE
  • Dume, Semelhe e Real = 11.700 habitantes
  • Ferreiros e Gondizalves = 9.200 habitantes
  • Lomar e Arcos = 6.800 habitantes
  • Nogueira, Fraião e Lamaçães = 13.000 habitantes
  • Nogueiró e Tenões = 5.000 habitantes
  • Aveleda, Celeirós e Vimieiro = 6.700 habitantes
  • Este S. Mamede e Este S. Pedro = 3.800 habitantes
  • Frossos e Merelim S. Pedro = 3.700 habitantes
  • Panóias, Parada de Tibães e Merelim S. Paio = 5.400 habitantes

Freguesias medianamente urbanas ou tendencialmente rurais:

  • Priscos = 1.300 habitantes   MANTÉM-SE
  • Adaúfe = 4.000 habitantes   MANTÉM-SE
  • Pedralva = 1.150 habitantes   MANTÉM-SE
  • Espinho = 1.300 habitantes   MANTÉM-SE
  • Sobreposta = 1.100 habitantes   MANTÉM-SE
  • Ruilhe = 1.300 habitantes   MANTÉM-SE
  • Mire de Tibães = 2.400 habitantes   MANTÉM-SE
  • Padim da Graça = 1.600 habitantes   MANTÉM-SE
  • Sequeira = 2.000 habitantes   MANTÉM-SE
  • Tebosa = 1.100 habitantes   MANTÉM-SE
  • Esporões = 1.800 habitantes   MANTÉM-SE
  • Tadim = 900 habitantes   MANTÉM-SE
  • Lamas = 900 habitantes   MANTÉM-SE
  • Figueiredo = 1.100 habitantes   MANTÉM-SE
  • Penso S. Vicente + Penso Sto. Estevão + Escudeiros = 1.800 habitantes
  • Pousada e Crespos = 1.300 habitantes
  • Navarra e Santa Lucrécia = 1000 habitantes
  • Oliveira S. Pedro e Guisande = 1000 habitantes
  • Cunha e Arentim = 1.500 habitantes
  • Passos S.Julião e Cabreiros = 2.200 habitantes
  • Trandeiras e Morreira = 1.500 habitantes
  • Vilaça e Fradelos = 1.600 habitantes
No caso concreto que nos interessa, refere a proposta, no ponto 3.7., "A agregação das freguesias de Trandeiras (700 habitantes) e Morreira (747 habitantes), numa freguesia com 1447 habitantes designada por "União das freguesias de Morreira e Trandeiras".

Quando nos é dada a hipótese de decidirmos o nosso futuro e o rejeitamos, deixando que outros decidam por nós, é isto que acontece! Mas as decisões (ou ausência delas) ficam com quem as toma e quem as toma por elas é responsável! Não se escudem é no argumento que isto foi mal feito, porque quem se ausentou de discutir e decidir, não tem agora, também, nada a acrescentar ou comentar.

Juntos por Trandeiras.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Para que conste...

Ola amigos Trandeirenses,

Chamava a vossa atenção para a recente notícia, saída na edição de 19 de Junho do Diário de Notícias, sobre a reforma da Administração Local, sob o título "Troika queria extinguir metade das câmaras".


Cai, assim, por terra o argumento de que esta reforma vai mais longe do que o acordado no memorando de entendimento e de que só os partidos que sustentam o Governo na Assembleia defendiam uma reforma deste tipo!

Ficamos a saber que as Assembleias Municipais têm até 23 de Agosto para comunicarem à Assembleia da Repúblicas quais as freguesias que pretendem agrupar nos respetivos municípios. Por cá vai-se assobiando para o ar, deixando correr as coisas como se nada se passasse, fazendo "birra" porque os 'meninos' não queriam esta reforma. Por este caminho, em vez de sermos nós próprios a decidir como fazer a agregação das nossas freguesias, de acordo com os nossos interesses e afinidades, vamos optar por fincar pé, numa atitude autista e retrograda. Isto vai acontecer, quer os eleitos se queiram envolver ou não. E parece-nos que se não se envolverem será bem pior!

Salientar que esta reforma visa reforçar a coesão territorial, fomentar a cooperação entre municípios, descentralizar o Estado, reforçar a qualidade da prestação dos serviços públicos a nível local e modernizar o aparelho administrativo, permitindo ter freguesias mais fortes e dinâmicas, mais preparadas e mais bem apetrechadas para a prestação de serviços públicos de proximidade. Fazer com que estes objetivos se alcancem exige empenho e colaboração de todos.

Juntos por Trandeiras.

sábado, 3 de março de 2012

Proposta de Governo para a reforma autárquica aprovada

Ola amigos Trandeirenses,

O Parlamento aprovou na manhã de sexta-feira, dia 3, a proposta de Lei do governo que sustenta a reforma autárquica e prevê a redução do número de freguesias do país.

PSD e CDS aprovaram hoje [dia 3 de Março], na generalidade, a  proposta do Governo de reorganização administrativa autárquica, mas o voto  contra do PS não foi seguido por Miguel Coelho e motivou que 22 deputados  apresentassem declarações de voto.

Miguel Coelho, ex-líder da concelhia do PS/Lisboa, absteve-se e furou  o sentido de voto contra definido pela bancada socialista, idêntico ao que  foi seguido pelo PCP, Bloco de Esquerda e "Os Verdes".

No final da votação, reflexo do incómodo que causou o voto contra do  PS face à proposta do Governo, 22 deputados socialistas anunciaram a apresentação  de declarações de voto.

[...]

Tal como a agência Lusa adiantou na quinta-feira, a decisão do PS votar  contra a proposta do Governo de reorganização territorial autárquica motivou  críticas na reunião da bancada socialista por parte de deputados considerados  próximos do presidente da Câmara de Lisboa, António Costa.

Os deputados Marcos Perestrello e Miguel Coelho criticaram a direção  da bancada por não ter apresentado um projeto alternativo ao do Governo,  enquanto o deputado Renato Sampaio defendeu que o seu partido não deverá  ficar "afunilado" na discussão sobre a extinção de juntas de freguesia.


Fonte: Lusa.
Para aqueles que ainda acreditavam no Pai Natal e em que esta reforma não era para levar a sério e não ia para a frente, creio que hoje podem acordar para a realidade. A reforma vai mesmo ser feita e poderá ser criticável em alguns dos seus conteúdos, mas aqueles que recusaram discuti-la, que não quiseram dar contributos em tempo oportuno, a recusaram liminarmente, ou não apresentaram sequer ideias ou propostas, mesmo concordando com a reforma, são os que menos poderão agora falar e sustentar qualquer crítica.

Mas se calhar "isto ainda não vai acontecer"... (risível!)


Juntos por Trandeiras.